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Consumo

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O consumo de energia elétrica é um fator fundamental no estudo de qualquer instalação.

Uma típica habitação portuguesa gasta diariamente 7 KWatts, dizem as estatísticas. Uma pessoa que viva sozinha consegue consumir apenas 1 KWatt sem grande esforço. Convido cada um a olhar para a sua factura da EDP. Claro que a leitura pode ser feita por estimativa, mas nesse caso, e para quem queira ser mais rigoroso, basta contabilizar os KWatts consumidos durante o período de uma semana. O contador mede e está sempre disponível para ser consultado. A média do consumo de uma semana dará o valor diário consumido naquela época do ano.

E quanto consumimos afinal diariamente? Que adianta ter lâmpadas de baixo consumo se a seguir ligamos o microondas, fogão elétrico ou grelhador? Qualquer destes equipamentos consume 1000 Watts ou mais. Poupar nas dezenas para continuar a gastar nos milhares nunca irá resolver o problema do consumo energético.

O consumo é proporcional ao tempo. Uma cafeteira com a potência de 1000 Watts, que aquece água em 5 minutos, gasta 85 Watts. Este é o consumo energético para aquecer a água. Uma lâmpada de 25 Watts, ligada durante 4 horas consome 100 Watts, ou seja, mais do que aquela cafeteira aparentemente gastadora. O tempo de utilização é implacável pelo que a sua moderação deve ser sempre procurada. Quem não se lembra de ter sido repreendido por deixar as luzes acesas ou a televisão ligada? É do senso comum ter a noção de que algo que está ligado mais tempo consumirá mais.

Ao projetar uma instalação há que ter em conta também a potência máxima que pode ser consumida em simultâneo. A instalação elétrica, mas principalmente o equipamento inversor, têm de ser dimensionados para suportar esta "carga máxima". Nos sistemas e energia alternativa esta é uma limitação dado que os inversores a partir de uma certa potência são muito dispendiosos. Pensem da seguinte forma: se eu tiver um inversor que aguenta 1000 Watts, que equipamentos posso ligar em simultâneo? Iluminação será certamente, mas, e os eletrodomésticos de maior consumo? Esses provavelmente apenas um ou dois. Felizmente os inversores aguentam o dobro da potência nos picos ou arranque dos equipamentos.

Por fim vem o sistema de baterias acumuladoras. Estas devem ter capacidade para armazenar energia elétrica suficiente para o consumo diário. Como o consumo não é constante e a produção de energia também não, o sistema de baterias acumuladoras deve ser sobre dimensionado. Assim aumenta-se o grau de segurança para que não nos falte a energia elétrica. Além disso, quanto menos intenso for o ciclo de descarga, mais tempo irá durar a bateria. Tudo tem o seu tempo de vida e as baterias são o elemento menos duradouro de todo o sistema.

A produção da energia elétrica faz-se maioritariamente por sistemas fotovoltaicos. Esta produção deve ser complementada por um gerador eólico sempre que possível. Mais uma vez, a sua capacidade está relacionada com o consumo da instalação. A produção fotovoltaica e/ou eólica deve conseguir repôr a descarga das baterias em cada ciclo diário.

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